sexta-feira, 14 de março de 2014

Militar que viu óvni diz que ETs controlam arsenal dos EUA



Governo dos EUA manteria um “Arquivo X” que comprovaria a presença de ETS na Terra e o controle dos arsenais nucleares, segundo defende o militar Robert Salas.

























Segundo a BBC, entre os inúmeros documentos, está um que indica que o ex-primeiro-ministro Winston Churchill (esq.), ordenou que os casos ficassem ocultos durante 50 anos as supostos registros de objetos ovnis pela Força Aérea, para não provocar "pânico". Ele e o presidente americano Dwight Eisenhower teriam inclusive ocultado uma imagem de ovnis feita pela tripulação de um avião da força aérea.


Reformado pela Força Aérea dos EUA, o capitão participa, neste final de semana, do I Fórum Mundial de Contatados, realizado em Florianópolis. Ele cita um polêmico caso ocorrido ainda na década de 60 e transformado em inúmeros livros e documentários. E mantém a tese de que os EUA e o Reino Unido não só mantêm arquivos secretos, como alega que arsenais nucleares seriam “vigiados e até meso desarmados”por grupos de  alienígenas.


















Robert Salas é militar reformado pela Força Aérea dos EUA
Foto: Fabricio Escandiuzzi / Especial para Terra

O caso teria ocorrido em 16 de março de 1967 na base de Malmstrom, em Montana, mas ganhou grande repercussão em 2010. O oficial garante que oficiais teriam visto grandes luzes, identificados óvnis e que, logo após, cerca de dez misseís estariam desarmados e com parte das ogivas danificadas. “Eu estava de serviço juntamente como o comandante Fred Wymald e fomos informados de intensas atividades. Um dos guardas disse ter visto luzes estranhas ao redor do local da instalação das ogivas”, disse. “Não eram aviões, já que não estavam fazendo nenhum barulho e não eram helicópteros. O guarda disse que os objetos estavam fazendo algumas manobras muito estranhas e ele não podia explicar”.
Meia hora depois, segundo Salas, outro relato:  "O mesmo guarda, muito abalado, diz que havia um objeto vermelho brilhante pairando diante do portão da frente e que os militares já estariam de armas em punho”.
Após o fenômeno, Salas recorda que muitos dos mísseis armazenados no arsenal começaram a apresentar problemas. “Quando cheguei ao local, percebemos que os mísseis estavam tortos, completamente tortos”, disse. “Uma investigação foi feita sobre o assunto, mas nada se aproximou da causa do fenônemo”.
Em meio as palestras, Robert Salas concedia autógrafos em livros e esbajava simpatia ao falar sobre os fenômenos ufológicos. Ele conta que relatou o ocorrido aos superiores, mas que o caso nunca foi adiente. “Tivemos que assinar um acordo de não divulgação dizendo que esta informação era confidencial”, conta. “Não estávamos a liberar isso para ninguém, nem mesmo para nossa família”.
Personagem carimbado em séries e documentários de TV sobre óvnis, Salas se transformou em uma das grandes atrações do evento brasileiro. Mas, mesmo passado tantos anos, ainda se recusa a falar se a presença dos ETs teria como principal objetivo fazer com que a humanidade abandone as armas nucleares. Com um sorriso no rosto, o ex-oficial se limita a afirmar. “Eles estiveram e sempre estarão por aqui”.

Há ETs na Terra trabalhando com os EUA, diz ex-ministro canadense.

Paul Hellyer afirmou reconhecer ao menos quatro espécies de seres extraterrestres que habitariam o planeta.




















O canadense Paul Hellyer se define como o primeiro político influente dos países desenvolvidos a atestar a existência de óvnisFoto: YouTube / Reprodução

“Há ETs vivos na Terra neste momento, e pelo menos dois deles provavelmente trabalham com o governo dos Estados Unidos.” A declaração do ex-ministro da Defesa do Canadá Paul Hellyer, 89 anos, foi feita durante uma audiência pública sobre a existência de vida extraterrestre realizada em Washington, D.C. Diversos ex-senadores e membros da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos ouviram depoimentos de especialistas e testemunhas entre os dias 29 de abril e 3 de maio.
Paul Hellyer é um conhecido defensor da existência de extraterrestres. Em 2005, ele declarou abertamente que acredita em UFOs (objetos voadores não identificados), o que gerou grande repercussão no Canadá. Como ministro da Defesa Nacional canadense, em 1963, Hellyer foi responsável pela controversa integração entre o Comando Marítimo das Forças (Marinha), o Comando das Forças Terrestres Canadenses (Exército) e a Força Aérea Real do Canadá (Aeronáutica) em uma única organização: as Forças Armadas Canadenses. 
Hellyer é o mais antigo membro do Conselho Privado da Rainha para o Canadá - que funciona como uma espécie de gabinete ministerial na monarquia constitucional do país. Ele afirma que passou a acreditar em óvnis quando teve uma experiência com sua mulher e amigos durante uma noite. Apesar de não ter levado muito em consideração quando viu o UFO, segundo seu relato, ele disse que manteve a cabeça aberta e passou a tratar o assunto - pelo qual se interessou há cerca de 10 anos - com seriedade.
“UFOs são tão reais quanto os aviões que voam sobre as nossas cabeças", afirmou o político canadense no segundo dia de audiência (confira aqui o vídeo, em inglês). Ele fez parte de um grupo de 40 pesquisadores internacionais e testemunhas - entre militares e cientistas - que testemunharam suas experiências extraterrestres diante de seis ex-membros do Congresso americano na audiência pública não governamental encerrada na semana passada.
O ex-ministro da Defesa canadense afirmou ainda que investigações apontaram a existência de "pelo menos quatro espécies (extraterrestres) que têm visitado a Terra há milhares de anos" - com o que ele concorda. Houve também declarações sobre como diversos presidentes dos Estados Unidos demonstraram grande interesse sobre óvnis e, em alguns casos, tentaram sem sucesso obter informações específicas sobre a veracidade de casos extraterrestres.


domingo, 29 de setembro de 2013

EMMIP - PARTE III: DESVENDANDO MIB 3



E aqui estamos nós...

Depois de uma pausa de alguns meses, enfim achamos tempo para dar continuidade ao tema EMMIP e o que está por trás da mensagem da Trilogia MIB - Homens de Preto.
Bem, se você acompanhou as postagens anteriores relacionadas com o tema já sabe que os tais "homens de preto" não tem a ver com funcionários secretos do governo que aparecem do nada e invadem casas de famílias americanas inocentes, mas com o sistema de governo que domina os EUA desde o governo J.F.Kennedy até os dias atuais com a celebridade Obama.

O que faremos hoje é continuar de onde paramos no filme MIB 3, o passo a passo do filme, seguido da interpretação com o enfoque abordado: os bastidores da política internacional norte americana, que os jornais e a mídia em geral não mostram. Só que daremos um rumo diferente à abordagem; na medida em que postamos as informações, corroboradas com imagens, deixaremos que o leitor faça suas deduções.

Vamos então a elas!


Quando J faz a tal "viagem no tempo", acaba tendo que desenterrar o passado do governo americano para resolver um problema da atualidade. Vai voltar exatamente ao ano de 1969, ano do governo Nixon, que "coincidentemente" aparece na sala em MIB-1, junto ao quadro de J.F. Kennedy.
A primeira informação subliminar que aparece em seguida é quando J entra no elevador e tem um típico cidadão americano da época com o jornal na mão e a manchete sobre a iminente viagem à lua. Tudo normal, se o jornal não tivesse dobrado na mão do tal sujeito, podendo se ler o seguinte: "Control Post" e "Lua, antigo sonho".



Ato contínuo, J desce o elevador, sai do Empire State e dá de cara com um "carro" guiado por um sujeito muito parecido com um certo presidente; e o engraçado é que logo acima aparece o nome do Hotel, "Roosevelt". Em seguida o carro é abordado pela polícia e para exatamente ao lado de um cartaz que representa três possíveis vítimas de Boris o animal; na abordagem, J fala: "porque ele é negro" não significa que tenha "roubado o carro" (ou a direção do governo); só que "era roubado sim". E a placa RC-5936 tem lá seu significado.





Não se se você já reparou, mas os filmes em que são empregados o EMMIP, geralmente há um enredo sem muitos detalhes, abordando um tema trivial. Temos como exemplo, as mensagens por trás de filmes como The Lions King e Hotel Transilvânia. O primeiro, com as chamadas mensagens subliminares da Disney, o segundo, com um tema mais aprofundado, escondendo uma lógica que perpassa diversas outras películas de Hollywood, sobre a qual trataremos em momento oportuno.
E como MIB é um deles, um tema engraçado, envolvendo o controle de ETs e ameças intergalacticas, continuemos com nossa desencriptação, ou decriptação de MIB - 3.
Após assumir o carro, ou seja o comando do governo que fora de Roosevelt, ou melhor ainda, as pendências do governo americano à época de Roosevelt.
No controle do carro, J é abordado por policiais que questionam onde ele conseguiu o terno - mandato de presidente - e o carro - governo dos EUA; e após utilizar seu método bastante convincente de controle, fala:

J -  só porque um negro dirige um carro de luxo...não significa que é roubado!
 - Eu roubei esse aqui, mas não porque sou negro!
- Eu já libero o carro!
- Achem ele e levem de volta pro Hotel Roosevelt!

Logo acima do local onde J para, tem um Outdoor, nele gravadas três imagens, que mais pra frente, veremos que são relativas aos três países que apareceram sendo atacados pelos blogoditas - russos - , quando J estava na loja do filho de Obadiah Price, Jeffrey: nessa ordem no Outdoor - India, Emirados árabes e França.

Continuando, J orienta os fiscais do governo dos EUA que seu governo é temporário, que depois ele devolverá e que deverão levá-lo de volta ao governo Roosevelt, ou aos seu comtemporâneos.
Pode até parecer forçação de barra, mas não é. Veremos sequencialmente fatos e jogos de palavras que levam a crer na mesma mensagem embutida no filme.

Após dizer isso, J dirige por mais algumas quadras e para o carro num local onde tem escrito, Drink Factory, ou Fábrica de Bebidas - mas as letras D e F estão em destaque; resumindo, ele devolve o carro, ou o cargo ao Delano, Franklin ou Franklin Delano, os dois primeiros nomes de Roosevelt.

Quado é capturado por K, após passar por um interrogatório, há uma conversa no mínimo estranha, entre J e K:


MENTIRA E VERDADE

K - Agora que sei como você mente... por que não mostra...como é falando a verdade?
...
J - Fiz cara de quem fala a verdade! Você perdeu!
...
J - Nessa história, você acredita.
K - Só a verdadeira. Não era tudo verdade, mas, por ora, serve.
J - Como assim? É claro que é tudo verdade! O problema da mentira é que
quando começa a mentir... (K faz cara de reprovação e J para de falar)

As cenas seguintes mostram que Boris ataca dois dos "líderes", sendo que os dois morrem sempre da mesma forma, com um "dardo" na testa e outro na mão. O primeiro a morrer é Roman, o fabulista, que traz traje semelhante ao utilizado por um chefe de Estado Indiano.O segundo é o dono do "cosmic lanes" ou "boliche cósmico". É aí que J fala para K uma informação importante, mas aparentemente sem sentido na cena do boliche.

J - Um esperto descobre o que as vítimas (de Boris, o animal) tinham em comum.
K - Um esperto, sim.
Poder-se-ia nesse contexto, fazer uma alusão às três nações que detêm a tecnologia de armas nucleares, como também suas posições estratégicas no cenário geopolítico mundial: Índia, China e França. Seria interessante abater essas três nações, em caso de uma III Guerra Mundial.

Parece muito mais uma dica a quem assiste do que uma narrativa relacionada à investigação que estão fazendo.
Lembrando que no Restaurante chinês, "Whu" morreu da mesma forma que os outros dois.
Veja:












A partir deste ponto, tudo que aparece no filme é um indicativo para algo maior que está para acontecer nesta época em que J foi transportado no tempo.
Há uma confluência de informações, as quais apontam para o grande evento da "Ida do homem à lua".

Dentro da sala do dono do "cosmic lanes" assassinado, J encontra o jornal:

















"Prontos e dispostos" - Homens do Espaço falam à Nação"

Na "Fábrica", J e K têm informações sobre os fatos que investigavam; a figura do artista Andy Warhol aparece ligada diretamente à política norte-americana e, "coincidentemente, é contemporâneo do assassinato de JK.